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20% menos paradas não planejadas: o que muda quando uma empacotadora começa a gerar dados

Um fabricante de componentes elétricos com mais de 7.500 peças/dia reduziu paradas, consumo de energia e falhas de selagem sem reformar a linha, apenas conectando a empacotadora ao WEG Smart Machine.

01 de julho de 2026Equipe Artas
20% menos paradas não planejadas: o que muda quando uma empacotadora começa a gerar dados

Esse número não veio de uma reforma na linha. Veio de monitoramento.

Um fabricante de componentes de controle elétrico, com produção diária de mais de 7.500 peças, chegou a esse resultado depois de conectar suas empacotadoras ao WEG Smart Machine, plataforma IoT em nuvem desenvolvida pela WEG. O mesmo projeto gerou 14% de economia no consumo de energia e 8% de melhoria na qualidade da produção.

Contamos esse case porque ele representa um problema que encontramos com frequência na indústria brasileira: operação de alto volume, máquinas críticas sem monitoramento e manutenção que só age depois da parada.

O que estava acontecendo antes

A linha de empacotamento era o gargalo silencioso da operação. As máquinas paravam sem aviso, a qualidade da selagem variava sem explicação e o consumo de energia estava acima do esperado. Ninguém sabia exatamente por quê: ninguém tinha dados sobre o comportamento das máquinas.

O controle era feito por operadores que anotavam informações em planilhas. Esse modelo tem dois problemas estruturais: depende da disciplina de quem registra e não captura o que acontece entre um registro e outro. Quando a empacotadora parava, a equipe começava a investigar sem histórico, sem referência e sem saber por onde começar. Trinta minutos de inatividade já bastavam para atrasar pedidos e acumular custo.

O que é o WEG Smart Machine

O WEG Smart Machine (WSM) é uma plataforma em nuvem voltada ao monitoramento contínuo e à gestão de máquinas industriais. Por meio da conectividade IoT, oferece visibilidade completa dos dados operacionais em tempo real, gerando inteligência para apoiar a tomada de decisão na operação.

Neste caso, a instalação levou 10 minutos. O dispositivo ED-300 foi conectado via Wi-Fi à plataforma e a empacotadora passou a transmitir dados em tempo real para a nuvem. A partir daí, o monitoramento foi configurado sobre os três problemas reais da operação.

A resistência de aquecimento do selador. É o componente que, quando falha, para a linha inteira. Com o ciclo da máquina sendo monitorado continuamente, o desgaste da resistência passou a ser identificado com antecedência suficiente para programar a substituição. A parada emergencial virou manutenção planejada.

O consumo de energia. O monitoramento mostrou que a empacotadora consumia energia mesmo quando estava parada, algo que o controle manual jamais teria capturado. Um ajuste no setup da máquina eliminou esse desperdício sem alterar a produção.

A qualidade da selagem. O acompanhamento da potência da resistência e dos parâmetros de processo, combinado com alarmes configuráveis e histórico automático por lote, eliminou a variabilidade que gerava embalagens fora de especificação e criou rastreabilidade real sobre cada ciclo de produção.

O que os dados mudaram na prática

Com informação disponível antes da falha, a lógica da manutenção se inverteu. A equipe deixou de reagir e passou a agir com antecedência. Os gestores deixaram de depender da percepção dos operadores e passaram a decidir com base no histórico real das máquinas.

A inatividade das empacotadoras caiu. A qualidade da selagem subiu. O consumo de energia reduziu. E tudo isso sem intervenção estrutural na linha: apenas com visibilidade sobre o que as máquinas já estavam comunicando, mas que ninguém estava ouvindo.

O que isso representa para a indústria da região

Linhas de empacotamento, selagem e beneficiamento com produção contínua são comuns nas indústrias e agroindústrias do Sul do Brasil. O perfil de risco é o mesmo: máquinas críticas, alto volume, manutenção reativa e controle manual que não escala.

O WEG Smart Machine resolve esse gap com implantação rápida e baixo esforço operacional. Em poucas semanas, o histórico gerado já sustenta decisões que antes dependiam de tentativa e erro.

Como integradora WEG, a ARTAS estrutura todo o processo: mapeamento das máquinas críticas, configuração dos parâmetros de monitoramento adequados a cada equipamento e integração dos dados ao fluxo de decisão da operação.

Se a sua planta convive com paradas sem explicação ou manutenção corretiva frequente em equipamentos de linha, fale com a ARTAS.

#WEG Smart Machine#IoT#monitoramento#manutenção preditiva

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